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domingo, 22 de janeiro de 2012

Comentário ao post "Os grampos da Operação Pasárgada"

Atualização -

Não achei a música da magistrada e sim "Gente Humilde" um belo retrato do povo brasileiro, por Maria Betânia.

Gente Humilde (Choro 1969)

Música: Garoto(Anibal Augusto Sardinha)

Letra: Vinicius de Moraes e Chico Buarque de Holanda



http://www.paixaoeromance.com/60decada/gentehumilde69/hgente_humilde.htm



Agora entendi porque a máfia quer acabar com o CNJ. Interessante se notar que a podridão do Judiciário ocorre em especial nos grandes Estados, RJ, MG e SP. É claro que, nos outros Estados também mas o que ocorrido nestes 3 Estados....no RJ incêndio criminoso do TRT em 2002, caso envolto na movimentação de quase 300 milhões, aqui entra o primo do ministro Marco Aurélio Mello, morto num assalto, aliás, histórias recheadas de muitos assassinatos, como o de um ministro do STJ, no DF. Paulo Medina, ministro do STJ, foi acusado, em 2010, de vender sentenças judiciais. Ele recebeu uma dura sentença: Aposentadoria com salário de 25 mil reais, extensiva à viúva e outros dependentes em caso de morte.

O mau caratismo dos nobre magistrados não pára por ai: "Em outubro do mesmo ano, o presidente do STJ, Ari Pargendler, foi denunciado pelo estudante Marco Paulo dos Santos.

tudante, estagiário no STJ, estava numa fila de um caixa eletrônico da agência do Banco do Brasil existente naquele tribunal. Na frente dele estava o presidente do STJ. Pargendler, aos gritos, exigiu que o rapaz ficasse distante dele, quando já estava aguardando, como todos os outros clientes, na fila regulamentar. O presidente daquela Corte avançou em direção ao estudante, arrancou o seu crachá e gritou: “Sou presidente do STJ e você está demitido. Isso aqui acabou para você.” E cumpriu a ameaça. O estudante, que dependia do estágio — recebia R$750 —, foi sumariamente demitido."
Em SP tivemos o caso do Juiz Lalau. Em MG essa pouca vergoanha. O rosário de crimes e desmandos é infindável, segue link para um breve apanhado sobre a bandalheira do Judiciário Brasil afora,

http://politika.jangadeiroonline.com.br/polemica/

Claro que estes bandidos(como eles mesmo se definem e, de toga na definição de Eliana Calmon) não querem saber de CNJ fiscalizando-os, os "cabritos" tem que continuar cabritando. Algumas pérolas saido das entranhas do Judiciário brasileiro.

De acordo com Martha, Betti “gostava muito de dinheiro”. Segundo uma das gravações feitas pela PF, Sarapó chegou a dizer que Betti era como “um cabrito berrando, querendo peito” – ou seja, querendo propina.

O "cabrito" não berrava por propina e sim por um imóvel.


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